segunda-feira, 21 de março de 2011

Ficha Técnica da Guinness Draught

(informação tirada do site http://www.brejas.com.br)
Espero que o pessoal do Brejas não se importe. Copiei e colei a informação direto do site deles (inclusive os links). Não é minha intenção passar por grande entendendor de cervejas, e o Brejas é especializado. Para quem quiser curtir muitos dos produtos os quais eles descrevem recomendo conhecer o Bar Brejas, que fica na Rua Conceição, 860 - Cambuí - Campinas/SP. O bar é excelente, e conta com um cardápio que indica determinadas porções/lanches para harmonizar com a cerveja que o cliente escolhe.
Mas chega de "jabá" e vamos ao que interessa:


DESCRIÇÃO COMERCIAL

A Guinness Draught é uma cerveja tipo Stout, de alta fermentação, feita com percentual de malte torrado, que lhe confere sua marcante cor rubi-vermelho escura e um paladar tostado. O lúpulo utilizado confere à Guinness um distinto sabor, com excelente balanço entre o amargor e a doçura. Sua espuma densa e cremosa torna a Guinness uma cerveja extremamente saborosa e mais robusta que qualquer cerveja super-premium. 

A cervejaria St. James Gate está localizada na cidade de Dublin na Irlanda desde 1759. A Guinness é dita como a cerveja Stout mais consumida no mundo.

INFORMAÇÕES
CervejariaSt. James’s Gate
GrupoDiageo
ImportadoraDiageo
EstiloDry Stout  
Álcool (%)4.1% ABV
IngredientesÁgua, malte de cevada, levedura e lúpulo.
Sitehttp://www.guinness.com/
SazonalNão é sazonal
Ativa:SIM
Temperatura8-12 °C 
Copo ideal Pint
Onde comprarSupermercados, pubs

Oh my Guinness

(andorinha que começa a andar muito com morcegos, acaba dormindo de cabeça para baixo)
AGORA SIM!!!!!!!! O assunto é cerveja. E muita. E de qualidade. Exceto por algumas populares que considero adequadas (sem trema... as inadeqüadas têm trema, apesar da "nova" gramática). Falaremos de Guinness, Murphys Stout, Murphys Irish Red, Wexford, Deus (cerveja "achampagnada, não o mito bíblico), Einsenbahn, La Trappe, Baden Baden, Colorado, Leffe, e muitas outras. E começarei com minha favorita: Guinness.
Na verdade eu deveria dizer favoritO, já que aprecio mais o chope. Na categoria "stout" ou "porter" (falaremos mais sobre as categorias futuramente) gosto da Murphys Stout mais do que da Guinness, mas o chope dessa última é sensacional. Um tanto caro, o que me impede de me embebedar, o que, por sua vez, é muito bom, pois me permite apreciar o produto caro (sim) que estou comprando.
A Guinness é a cerveja mais consumida do mundo em sua categoria, e embora possa ser encontrada com certa facilidade em supermercados decentes, seu chope já é de acesso um pouco mais restrito. Sei que, em Campinas, o Nosso Bar (no Mercado Campineiro) e o Bar Brejas servem esse néctar dos deuses. No último dia 17 eu fui conhecer o Nosso Bar, bem no Saint Patrick's Day (dia de São Patrício, comemorado na Irlanda, regado a muita festa e cerveja como se não houvesse amanhã). Pedi um pint de Guinness. Pint é uma medida que, originalmente, equivale a 568 ml. Os americanos zoaram isso, pra variar, mas isso é assunto pra outro dia. O que interessa é que pedi um pint de Guinnes, e fui atendido com presteza. Pouco tempo depois eu já estava de bate-papo com alguns dos frequentadores e com o Maurício, que calha de ser o dono do bar. Muito gente boa por sinal. Tomei 3 pints (1,7 litros) de Guinnes, e pedi uma Wexford para viagem. Ainda saí de lá com uma camisa da celebração de Saint Patrick's Day Nosso Bar, e um cahveiro da Guinness, cortesia do Maurício.
Bom, vocês devem estar pensando: "esse imbecil é maluco... falou, falou, falou, mas não falou nada de cerveja, menos ainda de uma que eu conheça". Sim, caro sacripantas, tens razão. Mas esse post é só (espero) um prelúdio de muitos outros posts sobre cerveja, assunto sobre o qual estudarei (ainda sou novo nisso de cerveja boa) e repassarei a vocês.
Então, até nunca mais um dia. E muita cerveja a todos.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Maldito CPF

(Alguém explica?)

Ligo na central Itaú. O sistema me pede, para que eu tenha atendimento especializado, que digite o número de meu CPF. Espero 6 minutos na linha, 3 minutos mais do que o prometido pela gravação de voz sexy, até que sou atendido. E qual a primeira pergunta que o atendente me faz? "Por favor, o número do seu CPF?!?!". Informo. Digo a ela o que quero, e ela se dá conta (eu já sabia) de que não é com ela com quem devo falar. Me passa um número de protocolo e me transfere. Dessa vez aguardo apenas 1 minuto, até que outra pessoa me atende e, adivinhem: "Por favor, o número do seu CPF?!?!"

Por Deus, empresas brasileiras, comprem um "sistema" que ao menos decore o número do meu maldito CPF.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Novidades sobre CENSURA DA FOLHA

Informações retiradas do site "Desculpe nossa fAlha" (antigo Falha de SP), com novidades sobre o processo que a Folha está movendo contra os irmãos Bocchini (Lino e Mário).
Aos irmãos Bocchini, este que aqui bloga está com vocês, e fará o possível para denunciar e trazer às pessoas a verdade sobre os jornalecos tendenciosos e ditadores que assolam o Brasil:


Desculpe o post maior e menos bem-humorado do que o habitual, mas é importante. Como você sabe, fomos censurados pela Folha de S.Paulo. Além da liminar que tirou nosso site do ar sob ameaça de multa de R$ 1000 por dia, eles jogaram um processo de 88 páginas nas nossas costas, pedindo indenização por danos morais por conta de nosso ex-blog de paródia, o Falha de S.Paulo. A alegação? Uso indevido da marca (ã-hã). Abaixo, os principais pontos de nossa defesa, protocolada no Fórum João Mendes. E à direita, se quiser, você faz o download da íntegra do processo deles e da nossa resposta.
Resolvemos escancarar tudo por acreditarmos que qualquer pessoa de bom senso, ao analisar o caso com calma, chega rapidinho à conclusão de que essa história de uso indevido de marca é uma tremenda desculpa esfarrapada. Trata-se de uma censura das brabas, inaceitável. E atacar dessa forma brutal um pequeno blog independente está pegando mal. Ainda mais porque estamos falando do autoproclamado “Jornal do Futuro” (sic), que publica um editorial atrás do outro defendendo liberdade de imprensa. Se defender judicialmente tá dando um beeelo trabalho, mas vamos até o final. Até porque, se perdermos, vamos morrer com uma bolada que não temos para pagar a tal “indenização por danos morais” –o valor exato seria definido pelo juiz.
Na boa, não estamos conformados com essa barbaridade. Não achamos exagero dizer que o jornal está dando não só um tapa na nossa cara, mas na cara de todos os blogueiros do Brasil e de todos os que defendem a liberdade que a Folha tanto cobra. E, segundo os advogados que estamos ouvindo, não vai ser nada fácil ganhar a batalha na Justiça contra o gigante, e só o que podemos fazer agora é barulho. Se você também não concorda com isso, por favor nos ajude a denunciar essa palhaçada e a queimar o filme da Folha. Muito obrigado!
Bom, já falamos muito. Veja abaixo os principais pontos da nossa defesa, comentados (a íntegra tem 29 páginas. Se quiser ler tudo, é só fazer o download à direita).





A defesa começa relembrando os argumentos que a Folha usou

Temos que reafirmar o óbvio em vários momentos

Alguém manda um dicionário de presente pro jurídico da Folha, por favor

Novamente a reafirmação do que nos parecia óbvio

Esperamos sinceramente que continue assim

Nunca se sabe...

Para quem não conhece, vale o Google

Se o Lula fosse processar cada um que imita ele...

O óbvio again

Dá uma olhadinha onde ficam o "A" e o "O" no seu teclado

Pelo contrário. Estamos gastando dinheiro para nos defender da Folha

Por favor...
Enfim, se você concorda com a Folha, mil desculpas pelo tempo perdido. Mas se você também acha isso um absurdo, por gentileza nos ajude a divulgar essa agressão ao maior número possível de pessoas. Obrigado!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Zeitgeist: Moving Forward | Official Trailer - [ Extended ]

Confira o trailer oficial do novo Zeitgeist: Moving Forward que estreará em Janeiro de 2011.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Carta aberta a Fernando Henrique Cardoso

(Essa eu tenho que espalhar.)

Retirado do site Carta Capital


Carta aberta a Fernando Henrique Cardoso

O professor Emérito da Universidade Federal Fluminense, Theontonio dos Santos responde a carta aberta que o Fernando Henrique Cardoso dirigiu ao presidente Lula
Meu caro Fernando
Vejo-me na obrigação de responder a carta aberta que você dirigiu ao Lula, em nome de uma velha polêmica que você e o José Serra iniciaram em 1978 contra o Rui Mauro Marini, eu, André Gunder Frank e Vânia Bambirra, rompendo com um esforço teórico comum que iniciamos no Chile na segunda metade dos nos 1960. A discussão agora não é entre os cientistas sociais e sim a partir de uma experiência política que reflete comtudo este debate teórico. Esta carta assiada por você como ex-presidente é uma defesa muito frágil teórica e politicamente de sua gestão. Quem a lê não pode compreender porque você saiu do governo com 23% de aprovação enquanto Lula deixa o seu governo com 96% de aprovação. Já discutimos em várias oportunidades os mitos que se criaram em torno dos chamados êxitos do seu governo. Já no seu governo vários estudiosos discutimos, já no começo do seu governo, o inevitável caminho de seu fracasso junto à maioria da população. Pois as premissas teóricas em que baseava sua ação política eram profundamente equivocadas e contraditórias com os interesses da maioria da população. (Se os leitores têm interesse de conhecer o debate sobre estas bases teóricas lhe recomendo meu livro já esgotado: Teoria da Dependencia: Balanço e Perspectivas, Editora Civilização Brasileira, Rio, 2000).
Contudo nesta oportunidade me cabe concentrar-me nos mitos criados em torno do seu governo, os quais você repete exaustivamente nesta carta aberta.
O primeiro mito é de que seu governo foi um êxito econômico a partir do fortalecimento do real e que o governo Lula estaria apoiado neste êxito alcançando assim resultados positivos que não quer compartir com você… Em primeiro lugar vamos desmitificar a afirmação de que foi o plano real que acabou com a inflação. Os dados mostram que até 1993 a economia mundial vivia uma hiperinflação na qual todas as economias apresentavam inflações superiores a 10%. A partir de 1994, TODAS AS ECONOMIAS DO MUNDO APRESENTARAM UMA QUEDA DA INFLAÇÃO PARA MENOS DE 10%. Claro que em cada pais apareceram os “gênios” locais que se apresentaram como os autores desta queda. Mas isto é falso: tratava-se de um movimento planetário.
No caso brasileiro, a nossa inflação girou, durante todo seu governo, próxima dos 10% mais altos. TIVEMOS NO SEU GOVERNO UMA DAS MAIS ALTAS INFLAÇÕES DO MUNDO. E aqui chegamos no outro mito incrível. Segundo você e seus seguidores (e até setores de oposição ao seu governo que acreditam neste mito) sua política econômica assegurou a transformação do real numa moeda forte. Ora Fernando, sejamos cordatos: chamar uma moeda que começou em 1994 valendo 0,85 centavos por dólar e mantendo um valor falso até 1998, quando o próprio FMI exigia uma desvalorização de pelo menos uns 40% e o seu ministro da economia recusou-se a realizá-la “pelo menos até as eleições”, indicando assim a época em que esta desvalorização viria e quando os capitais estrangeiros deveriam sair do país antes de sua desvalorização, O fato é que quando você flexibilizou o cambio o real se desvalorizou chegando até a 4,00 reais por dólar. E não venha por a culpa da “ameaça petista” pois esta desvalorização ocorreu muito antes da “ameaça Lula”. ORA, UMA MOEDA QUE SE DESVALORIZA 4 VEZES EM 8 ANOS PODE SER CONSIDERADA UMA MOEDA FORTE? Em que manual de economia? Que economista respeitável sustenta esta tese?
Conclusões: O plano real não derrubou a inflação e sim uma deflação mundial que fez cair as inflações no mundo inteiro. A inflação brasileira continuou sendo uma das maiores do mundo durante o seu governo. O real foi uma moeda drasticamente debilitada. Isto é evidente: quando nossa inflação esteve acima da inflação mundial por vários anos, nossa moeda tinha que ser altamente desvalorizada. De maneira suicida ela foi mantida artificialmente com um alto valor que levou à crise brutal de 1999.
Segundo mito; Segundo você, o seu governo foi um exemplo de rigor fiscal. Meu Deus: um governo que elevou a dívida pública do Brasil de uns 60 bilhões de reais em 1994 para mais de 850 bilhões de dólares quando entregou o governo ao Lula, oito anos depois, é um exemplo de rigor fiscal? Gostaria de saber que economista poderia sustentar esta tese. Isto é um dos casos mais sérios de irresponsabilidade fiscal em toda a história da humanidade.
E não adianta atribuir este endividamento colossal aos chamados “esqueletos” das dívidas dos estados, como o fez seu ministro de economia burlando a boa fé daqueles que preferiam não enfrentar a triste realidade de seu governo. UM GOVERNO QUE CHEGOU A PAGAR 50% AO ANO DE JUROS POR SEUS TÍTULOS, PARA EM SEGUIDA DEPOSITAR OS INVESTIMENTOS VINDOS DO EXTERIOR EM MOEDA FORTE A JUROS NORMAIS DE 3 A 4%, NÃO PODE FUGIR DO FATO DE QUE CRIOU UMA DÍVIDA COLOSSAL SÓ PARA ATRAIR CAPITAIS DO EXTERIOR PARA COBRIR OS DÉFICITS COMERCIAIS COLOSSAIS GERADOS POR UMA MOEDA SOBREVALORIZADA QUE IMPEDIA A EXPORTAÇÃO, AGRAVADA AINDA MAIS PELOS JUROS ABSURDOS QUE PAGAVA PARA COBRIR O DÉFICIT QUE GERAVA. Este nível de irresponsabilidade cambial se transforma em irresponsabilidade fiscal que o povo brasileiro pagou sob a forma de uma queda da renda de cada brasileiro pobre. Nem falar da brutal concentração de renda que esta política agravou dráticamente neste pais da maior concentração de renda no mundo. VERGONHA FERNANDO. MUITA VERGONHA. Baixa a cabeça e entenda porque nem seus companheiros de partido querem se identifica com o seu governo…te obrigando a sair sozinho nesta tarefa insana.
Terceiro mito – Segundo você, o Brasil tinha dificuldade de pagar sua dívida externa por causa da ameaça de um caos econômico que se esperava do governo Lula. Fernando, não brinca com a compreensão das pessoas. Em 1999 o Brasil tinha chegado à drástica situação de ter perdido TODAS AS SUAS DIVISAS. Você teve que pedir ajuda ao seu amigo Clinton que colocou à sua disposição ns 20 bilhões de dólares do tesouro dos Estados Unidos e mais uns 25 BILHÕES DE DÓLARES DO FMI, Banco Mundial e BID. Tudo isto sem nenhuma garantia.
Esperava-se aumentar as exportações do pais para gerar divisas para pagar esta dívida. O fracasso do setor exportador brasileiro mesmo com a espetacular desvalorização do real não permitiu juntar nenhum recurso em dólar para pagar a dívida. Não tem nada a ver com a ameaça de Lula. A ameaça de Lula existiu exatamente em conseqüência deste fracasso colossal de sua política macro-econômica. Sua política externa submissa aos interesses norte-americanos, apesar de algumas declarações críticas, ligava nossas exportações a uma economia decadente e um mercado já copado. A recusa dos seus neoliberais de promover uma política industrial na qual o Estado apoiava e orientava nossas exportações. A loucura do endividamento interno colossal. A impossibilidade de realizar inversões públicas apesar dos enormes recursos obtidos com a venda de uns 100 bilhões de dólares de empresas brasileiras. Os juros mais altos do mundo que inviabilizava e ainda inviabiliza a competitividade de qualquer empresa. Enfim, UM FRACASSO ECONOMICO ROTUNDO que se traduzia nos mais altos índices de risco do mundo, mesmo tratando-se de avaliadoras amigas. Uma dívida sem dinheiro para pagar… Fernando, o Lula não era ameaça de caos. Você era o caos. E o povo brasileiro correu tranquilamente o risco de eleger um torneiro mecânico e um partido de agitadores, segundo a avaliação de vocês, do que continuar a aventura econômica que você e seu partido criou para este pais.
Gostaria de destacar a qualidade do seu governo em algum campo mas não posso faze-lo nem no campo cultural para o qual foi chamado o nosso querido Francisco Weffort (neste então secretário geral do PT) e não criou um só museu, uma só campanha significativa. Que vergonha foi a comemoração dos 500 anos da “descoberta do Brasil”. E no plano educacional onde você não criou uma só universidade e entou em choque com a maioria dos professores universitários sucateados em seus salários e em seu prestígio profissional. Não Fernando, não posso reconhecer nada que não pudesse ser feito por um medíocre presidente.
Lamento muito o destino do Serra. Se ele não ganhar esta eleição vai ficar sem mandato, mas esta é a política. Vocês vão ter que revisar profundamente esta tentativa de encerrar a Era Vargas com a qual se identifica tão fortemente nosso povo. E terão que pensar que o capitalismo dependente que São Paulo construiu não é o que o povo brasileiro quer. E por mais que vocês tenham alcançado o domínio da imprensa brasileira, devido suas alianças internacionais e nacionais, está claro que isto não poderia assegurar ao PSDB um governo querido pelo nosso povo. Vocês vão ficar na nossa história com um episódio de reação contra o vedadeiro progresso que Dilma nos promete aprofundar. Ela nos disse que a luta contra a desigualdade é o verdadeiro fundamento de uma política progressista. E dessa política vocês estão fora.
Apesar de tudo isto, me dá pena colocar em choque tão radical uma velha amizade. Apesar deste caminho tão equivocado, eu ainda gosto de vocês ( e tenho a melhor recordação de Ruth) mas quero vocês longe do poder no Brasil. Como a grande maioria do povo brasileiro. Poderemos bater um papo inocente em algum congresso internacional se é que vocês algum dia voltarão a freqüentar este mundo dos intelectuais afastados das lides do poder.
Com a melhor disposição possível mas com amor à verdade, me despeço
* Theotonio Dos Santos é Professor Emérito da Universidade Federal Fluminense, Presidente da Cátedra da UNESCO e da Universidade das Nações Unidas sobre economia global e desenvolvimentos sustentável. Professor visitante nacional sênior da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

-- 
Paz e Sabedoria,

Douglas Celente.


sábado, 9 de outubro de 2010

Saudades de um Branquinho

(Life fucking sucks)

Ao meu querido Branquinho, cachorro amado por muitos e como poucos, minha homenagem e agradecimento pro anos de carinho, companheirismo e afeto. Sentirei falta de você me recebendo no portão sempre que chego do trabalho. Sentirei falta de lhe jogar um osso, te apertar o focinho e coçar tuas orelhas até dormir.
Sentirei muito a sua falta.

Beijos no focinho, e fica bem.